“Continuidade e previsibilidade de planejamento, que tínhamos ao longo de muitos anos, simplesmente não existem mais. Mesmo que haja agora um acordo, não podemos esperar que isso permaneça para sempre. Depois de amanhã pode já surgir algo novo.” Ao descrever as incertezas no comércio mundial, em entrevista ao DFV, Jörg Mosolf, presidente do conselho da Mosolf Group, tem em especial a imprevisibilidade de Trump em vista. Ele espera que haja, no final, transferências de produção. Para onde os volumes irão deslocar-se, está em aberto – se dos EUA em direção à Europa ou do México para outros mercados. Para o setor, isso significa: rotas e fluxos de volume permanecerão imprevisíveis
A incerteza global impõe à internacionalização
Como Mosolf, em entrevista ao Deutsches Verkehrsforum, explica, para estar preparado, ele aposta na presença internacional.
„Wir sind gerade dabei eine amerikanische Firma zu kaufen. Damit können wir unseren Kunden viel besser mit Rat und Tat zur Seite stehen und auch operativ helfen.“
Além disso, há uma expansão em Xangai, bem como
novas atividades no Oriente Médio – passos que mostram como as cadeias logísticas estão intimamente ligadas às decisões políticas e como as empresas reagem para manter a capacidade de agir.
Transporte combinado: ferrovia e navio sem confiabilidade
Mas as preocupações de Mosolf não se limitam ao exterior. Também na política interna alemã, ele gostaria de ver mais de uma coisa. Especialmente evidente isso no transporte combinado. Seu veredito sobre a ferrovia é claro:
„Wir bekommen etwa 30 Prozent der Ware per Bahn angeliefert. Aber die Schiene ist nicht zuverlässig und sie ist nicht wettbewerbsfähig.“ Die Konsequenz: „Wir hatten einmal 250 eigene Waggons für den Autotransport. Die haben wir verkauft.“
Também a navegação fluvial interna oferece apenas oportunidades limitadas.
Es gebe nur eine einzige Strecke für den Automobiltransport, die Sinn mache, „und das ist der Rhein mit den Ford-Werken in Köln und Daimler in Düsseldorf.“
Para o setor, isso é um sinal importante: deslocamentos politicamente desejados para a ferrovia e as vias navegáveis de momento falham diante da realidade
da logística automotiva.
Infrastruktur als entscheidender Standortfaktor
Ao perguntar sobre os maiores obstáculos para seu modelo de negócios, Mosolf respondeu sem rodeios:
„Für uns ist das die jahrelang vernachlässigte Infrastruktur.“
Mesmo que o governo federal decida novos investimentos, levará pelo menos dez anos até que novas estradas ou pontes sejam construídas.
Com vista à situação de segurança política, ele ressaltou:
„Wir haben heute ein anderes Szenario, weil wir auch militärisch vorbereitet sein müssen. Jetzt kommt niemand mehr um das Thema Infrastruktur drumherum. Wie könnten wir uns verteidigen, wenn nicht mal die Logistik funktioniert?“
Para o setor, isso significa: a infraestrutura não é apenas um fator de custo, mas uma base estratégica.
Transformation: eletrificação com iniciativa própria
A mudança para motores alternativos já impulsiona a empresa.
„Für uns sind jetzt zwölf Elektro-Lkw im Einsatz, geplant sind fünfzehn. Wir bauen auch unsere eigene Ladeinfrastruktur an demnächst acht Standorten dafür auf.“
Teoricamente, a empresa poderia entregar entre 50 e 60 por cento de nossas mercadorias eletricamente, dentro de um raio de
até 450 quilômetros.
Der Bund spielt nach Mosolfs Einschätzung dabei kaum eine Rolle: „Bis der Bund ein öffentliches Ladenetz aufgebaut hat, sind wir längst fertig.“ Stattdessen kritisiert er föderale Unterschiede:
„Was in Baden-Württemberg genehmigt wird, geht noch lange nicht in Sachsen. Was wir brauchen, ist Transparenz und Klarheit.“
Para o setor fica claro: quem aposta na eletrificação precisa, em grande parte, construir a infraestrutura de carregamento por conta própria — e enfrentar entraves burocráticos.
Avaliação sóbria de tecnologias futuras
Também se posicionou sobre hidrogênio e condução autônoma. Ele vê caminhões a hidrogênio, no máximo, a longo prazo.
„Vielleicht in zehn oder zwanzig Jahren. Derzeit eine zweite oder gar dritte Technologie aufzubauen, davon halte ich nichts.“
O mesmo se aplica à condução autônoma. Em circulações de fábrica fechadas é plausível, mas „fora de tais sistemas fechados, trata-se sempre da questão da responsabilidade“. E enquanto as questões de responsabilidade não forem esclarecidas: „Não.“
Assim, ele fornece uma orientação clara: os investimentos, a curto prazo, devem concentrar-se na eletromobilidade, não em