Um novo estudo do fornecedor de plataformas IntegrityNext, em colaboração com o Chartered Institute of Procurement & Supply (CIPS), examinou o desenvolvimento da aquisição sustentável: isso está saindo da simples intenção para a implementação ativa, afirma um comunicado de imprensa de 5 de setembro. Com base nas avaliações de 105 especialistas em compras e cadeia de suprimentos da Europa, América do Norte e Reino Unido, a pesquisa mostra como os critérios ESG estão cada vez mais integrados à gestão de fornecedores – e onde ainda existem desafios.
Enquanto a regulamentação, segundo os autores do estudo, muitas vezes é o gatilho, fica claro que as empresas são igualmente motivadas por objetivos estratégicos como reputação, resiliência e inovação. Embora a maioria das empresas entrevistadas no âmbito da coleta já relate benefícios visíveis – entre eles mais transparência, relações mais fortes com fornecedores e menos riscos ESG – é difícil para a maioria quantificar o ROI financeiro. No entanto, isso não afeta a disposição de investir: Segundo os resultados da pesquisa, 90 por cento planejam ampliar suas atividades na área de aquisição sustentável – com foco em conhecimento e qualificação, na integração de ESG ao longo de todo o processo de compras e na utilização de ferramentas digitais.
Da consciência à ação
A
pesquisa chega à conclusão de que a aquisição sustentável para muitas empresas se tornou um pilar central. Setenta por cento das empresas já implementaram iniciativas na área de aquisição sustentável, e 82 por cento dos entrevistados veem a sustentabilidade na aquisição como uma prioridade estratégica. Esse amplo engajamento sinaliza uma maturidade crescente e mostra a transição da consciência para a ação, com foco claro em escalabilidade e impacto, segundo os autores do estudo.
Nick Heine, cofundador e CCO da IntegrityNext, explica:
“Vemos que o tema da aquisição em relação à sustentabilidade atingiu uma nova fase de maturidade. A maioria das empresas não discute mais o 'se', mas o 'como'. Essa mudança marca o início de uma fase mais estratégica, na qual ESG é sistematicamente enraizado e deve produzir efeito mensurável.”
Resiliência para tempos incertos
À luz das mudanças regulatórias, o estudo aponta que a regulamentação, embora muitas vezes seja o gatilho, os objetivos estratégicos das empresas também impulsionam a aquisição sustentável. Quase oito em cada dez empresas (78%) citam objetivos corporativos como fator motriz – um claro sinal de que na ESG já não se trata apenas de conformidade, mas também de competitividade. Entre os objetivos mais importantes estão reputação (65%), fortalecimento da resiliência e gestão de riscos (52%), ganhos
de eficiência (44%) e inovação (39%).
Trotz regulatorischer Unsicherheiten, Handelsbeschränkungen und geopolitischer Herausforderungen halten der Erhebung zufolge die meisten Unternehmen an ihrem Kurs fest oder intensivieren ihre Bemühungen: 64 Prozent der Befragten setzen ihre Initiativen fort oder verstärken sie. Das zeige, dass viele Unternehmen nachhaltige Beschaffung als Möglichkeit sehen, ihre Resilienz in unsicheren Zeiten zu stärken, heißt es.
Apesar das incertezas regulatórias, restrições comerciais e desafios geopolíticos, segundo a pesquisa, a maioria das empresas mantém o rumo ou intensifica seus esforços: 64% dos entrevistados continuam com suas iniciativas ou as fortalecem. Isso mostra que muitas empresas veem a aquisição sustentável como uma oportunidade para fortalecer sua resiliência em tempos incertos, afirma a pesquisa.
Unternehmen erkennen nach den Studienergebnissen die Vorteile nachhaltiger Beschaffung klar an, stoßen in der Praxis jedoch auf erhebliche Hürden. Die größte Herausforderung bleibt die Wirkungsmessung: 50 Prozent der Befragten haben Schwierigkeiten, die Ergebnisse ihrer Initiativen zu quantifizieren und greifbare Ergebnisse nachzuweisen. Begrenzte Budgets, unzuverlässige ESG-Daten der Lieferanten, interne Silos und fehlende Expertise behindern zusätzlich den Fortschritt. Diese Faktoren verdeutlichen den Bedarf an besseren KPIs, zuverlässigen Daten und stärkerer bereichsübergreifender Zusammenarbeit.
As empresas reconhecem claramente, de acordo com os resultados do estudo, os benefícios da aquisição sustentável, mas enfrentam obstáculos significativos na prática. O maior desafio continua sendo
a mensuração de impacto: 50 por cento dos entrevistados têm dificuldade em quantificar os resultados de suas iniciativas e comprovar resultados tangíveis. Orçamentos limitados, dados ESG pouco confiáveis dos fornecedores, silos internos e falta de expertise dificultam ainda mais o progresso. Esses fatores evidenciam a necessidade de melhores KPIs, dados confiáveis e maior colaboração entre áreas.
Trotz bestehenden Schwierigkeiten bei der Wirkungsmessung berichten laut der Studie 85 Prozent der Unternehmen von konkreten Vorteilen nachhaltiger Beschaffung – darunter mehr Transparenz, stärkere Lieferantenbeziehungen und reduzierte Risiken. Nur zehn Prozent konnten den ROI bislang quantifizieren. Die meisten Unternehmen erkennen dennoch, dass die Vermeidung von Störungen, der Schutz der Reputation und das proaktive Handeln im regulatorischen Umfeld Investitionen rechtfertigen. 86 Prozent der Unternehmen betonen, dass fehlende Investitionen in nachhaltige Beschaffung ein signifikantes Risiko darstellen.
Olhar para o futuro: três prioridades de investimento
As empresas continuam a investir em aquisição sustentável, de acordo com os resultados do estudo: 90 por cento planejam investir em pessoas, processos e soluções digitais. As três prioridades mais importantes são o treinamento e a qualificação dos funcionários, a integração de critérios ESG ao longo do processo de aquisição e o desenvolvimento de mensuração de impacto e de relatórios. Além disso, muitos recorrem a ferramentas digitais para melhorar a transparência e