O BGL apoia uma iniciativa de seu parceiro de cooperação Privacy Reclaim, que se dirige contra a coleta de dados pela empresa norte-americana Meta. A associação aponta uma solução pela qual usuárias e usuários do Facebook e Instagram podem reivindicar suas indenizações de forma simples.
Decisões judiciais sobre proteção de dados
O contexto da iniciativa são vários veredictos de tribunais alemães que, nos últimos meses, identificaram violações pela Meta ao Regulamento Geral de Proteção de Dados da UE. No centro está a utilização dos chamados „Meta-Business-Tools“. Estes transmitem informações sobre quais usuárias e usuários
acedem a uma página web ou app e em que momento. Do ponto de vista dos tribunais, falta a base jurídica para esse tratamento de dados. Por isso, as pessoas afetadas têm direito à indenização.
Indenização imediata para usuárias e usuários
A Privacy Reclaim oferece, de acordo com as informações, uma solução para pessoas que não desejam acompanhar suas reivindicações por conta própria. Quem cede seus direitos à empresa recebe, em troca, um pagamento imediato de 50 euros. A Privacy Reclaim apresenta as reivindicações contra a Meta. O aconselhamento jurídico fica a cargo do
escritório de advogados Hausfeld Rechtsanwälte.
„A participação é isenta de risco e dura apenas alguns minutos“, afirma o comunicado.
São elegíveis todas as pessoas maiores de idade com residência na Alemanha, que utilizam a versão gratuita do Facebook ou Instagram e cuja conta foi criada antes de 13 de novembro de 2024. Contas meramente comerciais ou corporativas não são consideradas. Outra condição é o uso regular de sites ou apps de outros fornecedores.
Relevância para o setor de transporte e logística
O BGL vê na iniciativa uma oportunidade importante para as suas empresas associadas
membros e para os seus funcionários na indústria de transporte e logística reivindicarem os seus direitos e se defenderem contra o tratamento indevido de dados.
„É uma oportunidade importante de obter uma compensação justa“, afirmou a associação.
Para as próprias empresas, a iniciativa não implica obrigações organizacionais adicionais. Ao invés disso, pode servir aos trabalhadores como motivo para examinar, sob o aspeto da proteção de dados, o uso das redes sociais. Especialmente num setor onde muitos trabalhadores utilizam o Facebook e o Instagram para fins privados, a possibilidade de uma compensação direta pode ser