O sinal foi inequívoco: “Estamos a construir novamente carros acessíveis e fáceis de usar”, a Audi voltará a ter um design mais definido, o ID.Buzz autônomo chega e com a Scout tenta estabelecer-se nos EUA – com uma comunicação que, para a Europa, é questionável e arrogante… pois, como destacou o CEO da Scout, Scott Geogh: Ele foi desenvolvido nos Estados Unidos para os Estados Unidos e também ali construído e criará inicialmente 1.000 empregos. E para prestar ainda mais reverência a Trump, deram ao elétrico
também um motor a combustão interna como range-extender.
Até aqui, isso é irrelevante para a Europa. O que nos aguarda de Barcelona é muito mais importante: Quatro pequenos elétricos, nomeadamente o ID.Polo, o ID.Cross da VW, o Epiq da Skoda e, claro, o Cupra Raval. Obrigado por isso! À primeira vista, todos se destacam com ótima usabilidade, ótimas ideias e um pacote “Rightsized” com até 450 km de alcance WLTP – na prática, ficam cerca de 300 +/- x e, portanto, sempre o bastante.
Audi voltará
a ser elegante
Além disso, apresenta-se, em algum momento, um ID.Buzz AD autônomo e nos EUA o gigante Scout, enquanto na Audi finalmente começa uma nova era de design. Sim, quem agora pensa em Jaguar não está exatamente errado, pois o designer-chefe da Audi, Massimo Frascella, trabalhava anteriormente na Jaguar Land Rover, mas não se abriu tanto para o eventual irmão do Porsche 718. Nossa primeira impressão ao vivo: ABSOLUTAMENTE bem-sucedida! Exatamente ASSIM a Audi deve ser ou pode ser.
711 CV no topo de linha
911 Turbo S
O conjunto de demonstração foi encerrado de forma discreta pelo novo Porsche 911 Turbo S, que com 711 PS (o 911 certamente continuará existindo no futuro) e 800 Nm, eletrificado de forma discreta, avança para o futuro. Além disso, espera-se que chegue o novo Cayenne. Vai!
O que isso significa?
O grupo VW retorna com desenvoltura – e apresenta suas novidades exatamente onde elas precisam. Também nos EUA, para os EUA – mesmo assim, poderia ter evitado a ladainha “USA-only” e “USA-first” da